sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Nem Só de Pão...

por Silmara Fradico

Nem só de vídeos alimentam-se os virais!

A estratégia camuflada no link da imagem abaixo com certeza compele todos a repassarem para os conhecidos. É o que eu estou fazendo, não é?!

Parece que o Google Earth flagrou tubarões cercando um grupo de surfistas oO

Clique na imagem e fique estupefato!!

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ninguém Resiste

por Silmara Fradico




Acredito que se lembram de como apresentei os virais como sendo material que irresistivelmente nos impulsionava a reenvia-lo para nossa lista de emails.

Pois bem. Este irresistível vídeo tenta passar a idéia de que seu produto é igualmente irresistível.


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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Como vemos o que vemos?

por Rodrigo FeOli

Vocês já devem ter ficado algum tempo na vida a observar as nuvens, mesmo que tenha sido quando criança, porque é bem complicado hoje em dia ficar olhando para cima sem parecer louco. Se você já teve essa oportunidade, provavelmente tenha visto nessas nuvens formas de objetos, rostos... E não só nas nuvens! De repente, você se deparou com uma montanha que parece parte do corpo, ou até mesmo, parece com um pão, quem sabe Pão de Açúcar... (entendeu, mais ou menos, onde quero chegar?).
Pois bem, todo esse papo de doido pretende chegar em um assunto que desperta interesse de diversas áreas do estudo humano, dentre elas, a psicologia, design e a comunicação. É o que chamamos de Gestalt. Essa palavra surgiu na Alemanha e quer dizer "o que é exposto ao olhar".
Particularmente, gosto de separar o ato que a visão exerce em 3 partes: Olhar, ver e enxergar. Parecem sinônimos, mas são extremamente diferentes, porém, complementares. Olhar é quando apenas abrimos os olhos diante de algo e, porque não somos cegos, apenas exercemos a capacidade da visão. Ver é algo mais amplo na compreensão, é quando nós entendemos o que olhamos e conseguimos decifrar como realmente é. Como quando vemos uma cadeira e sabemos o que exatamente é, racionalmente. Agora, enxergar é a parte mais interessante, para mim, mais divertida. É a parte do início do texto, onde exercemos nossa imaginação e livremente interpretamos o que vemos com nossa criatividade, sem compromisso com a realidade, com o racional.
Eu ainda pareço doido quando falo sobre isso? Bem... vamos por a mão na massa, quer dizer, os olhos para funcionar com essa maluquice.




O que você vê no pôster acima?

Bem, deveria ser assustador, mas vemos a figura do James Brown, ícone absoluto da black music. E por que digo assustador? Porque essa imagem foi feita e é interpretada como tal, graças à capacidade que o cérebro tem de codificar o que vê. Mesmo que você não tenha visto a foto do James Brown, consegue identificar o rosto dele. Detalhe, rosto composto por letras e palavras que possuem significado próprio.


E na imagem acima? Consegue ver alguns rostos inusitados? Daí, provavelmente, nossa facilidade em personificar coisas, ou mesmo perceber a personificação. A imaginação acaba sendo mais veloz que a própria visão.

Existem inúmeros parâmetros que são abordados nessa teoria, se você se interessou pelo tema, segue o link mais didático que encontrei na net, inclusive, me utilize de um dos exemplos abordados lá. É o blog do Luli Radfahrer, onde encontrarão muito mais informações sobre o tema.

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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Às Sextas...

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Sabe Aqueles Textinhos?!

por Silmara Fradico
Esses dias ando muito implicante com erros descarados de português e outros abusos de internet. Então senti vontade de postar este texto antigo.

Uma Vírgula Muda Tudo

Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere. Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4. 2,34.

Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado. Aceito obrigado.

Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve. Isso só ele resolve.

E vilões.
Esse, juiz, é corrupto. Esse juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido. Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber. Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar.
Não tenha clemência! Não, tenha clemência!


Detalhes Adicionais

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER. Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.


Você nunca recebeu este texto por email?! Impossível!!!
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

CTRL+C CTRL+V e o Mundo Tornou-se Ideal

por Silmara Fradico


Como já mencionei aqui os serviços e deserviços da internet e dos recursos modernos em geral me surpreendem. E também causam sensações ambíguas. É ótimo poder ter tudo à mão. Assim como a esmagadora maioria, meu melhor amigo da internet é o Google. Mas me choca e entristece perceber o quanto as pessoas estão se acomodando. Ninguém mais se importa em escrever corretamente, por exemplo. E ainda dizem que internet não é aula de gramática. Sinceramente?! Por que eu tenho que dar importância a um texto cujo autor não deu importância suficiente na hora de redigir?! Nas escolas e faculdades então? Ninguém aprende nada. Basta copiar e colar. Por isso não sabem escrever. Não é a toa que donos de blogs "famosos" são tidos por muitos usuários como senhores da razão. Poucos são os que, independente das condições sociais ou financeiras, aprenderam a julgar e questionar. Apenas engolem o que lhes é empurrado. É mais simples engolir. É mais simples aceitar. Basta clicar.
Mas porque estou expondo minha opinião assim, especialmente depois de tanto tempo sem postar textos dissertativos?! Acredito sinceramente que quanto maior o que conhecimento que temos, maiores são nossas responsabilidades. É natural que um leigo qualquer pense que pode escrever e mostrar o que bem entende. Afinal, ele não estudou a respeito de comunicação de massa ou sobre seus efeitos. Mas o que dizer dos "sites oficiais"?! Lembrando que essa é apenas minha opinião. Penso que aqueles que portam o conhecimento deveriam se preocupar com a postura que escolhem. Preservar a qualidade dos serviços. Até porque os veículos de comunicação só existem em função do público. E este deveria ser mais e melhor valorizado.

Para uma estudante de publicidade e propaganda, eu realmente escrevo muito!! Desculpem, mas tudo o que eu queria com isso era mostrar algo que sequer pude classificar. O Google Zeitgeist publicou essa semana o ranking anual de buscas da ferramenta mais famosa da história até aqui. Absolutamente normal, certo?! Certo! O que me deixou inconformada foi que conferi a lista no site G1, e ao clicar no link para o site oficial do Google Zeitgeist constatei que todo o texto da matéria do G1 foi apenas e tão-somente copiado!!

Jornalista antes era alguém que averiguava, investigava e então depois, escrevia a respeito. E aí revisava, revisava, revisava de novo. Então quando achava que estava tudo certo revisava outra vez. Só então publicava.

Será por conta disso que em muitos países, como agora no Brasil, estudar jornalismo não é obrigatório para exercer a profissão?!

Confiram no G1 e no site do Google Zeitgeist.

Que coisa!! oO
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Era Piada ou Consenso Geral?!

por Silmara Fradico



Utilize o Google e faça uma busca por campanhas antigas. Vai perceber que os anúncios de antigamente tratavam as mulheres de forma totalmente inadmissível para os dias atuais. Absolutamente nenhum produto ou bem seria vendido hoje em dia com argumentos do tipo: "Para cuidar melhor do seu marido" "Para ter uma casa impecável" e outros na mesma linha.


Mas, e se o anúncio for voltado para o público masculino?! Será que uma campanha naqueles moldes faria sucesso?!

A pior parte é que eu ri.

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